Coco de Roda Reviver leva tradição popular de Maceió ao Festival Internacional de Cultura de Passa e Fica, no RN
O Coco de Roda Reviver está representando Maceió e a cultura popular alagoana no 14º Festival Internacional de Cultura de Passa e Fica, no Rio Grande do Norte. O evento acontece entre os dias 14 e 16 de maio e reúne mais de 30 grupos culturais de diversas regiões do Brasil e também atrações internacionais, promovendo um grande intercâmbio de tradições, ritmos e saberes populares.
Com apoio da Fundação Municipal de Ação Cultural (FMAC), mais de 40 integrantes do grupo embarcaram para o festival, levando ao público potiguar a força, a musicalidade e a ancestralidade do coco alagoano. O Festival Internacional de Cultura de Passa e Fica é reconhecido por valorizar manifestações culturais tradicionais e, ao longo dos anos, consolidou-se como um importante espaço de preservação e difusão da cultura popular nordestina.
O presidente da FMAC, Myriel Neto, destacou a importância do incentivo aos grupos culturais da capital e da presença do Coco Reviver em eventos nacionais e internacionais.
“A cultura popular de Maceió merece ocupar todos os espaços. Ver o Coco de Roda Reviver, nosso atual campeão municipal, representando nossa cidade em um festival internacional reforça o compromisso da gestão em valorizar os grupos tradicionais, preservar nossas raízes e incentivar que a cultura alagoana ultrapasse fronteiras”, afirmou.

Mais de 40 integrantes do Coco de Roda Reviver representam Alagoas em um dos maiores festivais de cultura popular do Nordeste. Foto: Cortesia
Para o presidente do grupo, Roberto Calheiros, a participação no festival simboliza o reconhecimento de um trabalho construído ao longo dos anos.
“Estar representando Maceió e Alagoas no Festival Internacional de Cultura de Passa e Fica é muito importante para um grupo que vem, a cada ano, se consolidando como um dos principais grupos do estado. Já participamos de festivais no Paraná, em Olímpia, São Paulo, Pernambuco e agora no Rio Grande do Norte. Isso mostra que o nosso trabalho vem sendo reconhecido. Trazer um pouco do coco alagoano para o Rio Grande do Norte é levar nossas raízes, nosso folclore e nossa identidade cultural”, destacou.
Além das apresentações culturais, o festival conta com cortejos, oficinas, feira cultural e intercâmbio entre artistas e grupos de diferentes estados, fortalecendo a valorização da cultura popular brasileira e das tradições nordestinas.