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Corpos de policiais civis mortos dentro de viatura são liberados e enterrados nesta quinta (21)

Por Redação 21/05/2026
Corpos de policiais civis mortos dentro de viatura são liberados e enterrados nesta quinta (21)
Yago Gomes Pereira será sepultado às 11h, no Cemitério Colina da Saudade, em Aracaju, Sergipe. Já Denivaldo Jardel Lira Moraes terá o sepultamento realizado às 16h, em Sertânia, no interior de Pernamb (Foto: reprodução)

Os corpos dos policiais civis Yago Gomes Pereira, de 33 anos, e Denivaldo Jardel Lira Moraes, de 47 anos, foram liberados pelo Instituto Médico Legal (IML) e serão sepultados nesta quinta-feira (21), após o crime ocorrido dentro de uma viatura oficial da Polícia Civil de Alagoas (PCAL), em Delmiro Gouveia, no Sertão do estado.

Yago Gomes Pereira será sepultado às 11h, no Cemitério Colina da Saudade, em Aracaju, Sergipe. Já Denivaldo Jardel Lira Moraes terá o sepultamento realizado às 16h, em Sertânia, no interior de Pernambuco.

Os dois policiais foram mortos a tiros na madrugada da última quarta-feira (20), dentro de uma viatura oficial. Segundo a investigação da Polícia Civil de Alagoas, Yago foi atingido por um disparo na lateral direita da cabeça, enquanto Denivaldo foi baleado na nuca.

A principal linha investigativa aponta para duplo homicídio qualificado, com indícios de impossibilidade de defesa das vítimas. De acordo com os investigadores, os policiais estavam nos bancos dianteiros da viatura no momento dos disparos, enquanto o suspeito ocupava o banco traseiro.

O principal suspeito do crime, o também policial civil Gildate Góes Moraes Sobrinho, de 61 anos, foi preso em flagrante e teve a prisão convertida em preventiva durante audiência de custódia. Em depoimento, ele afirmou não se lembrar de como os fatos ocorreram.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil de Alagoas para apurar a motivação do duplo homicídio. O Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas divulgou nota lamentando as mortes e prestando solidariedade aos familiares, amigos e colegas de trabalho.

Yago atuava há cerca de três anos na corporação, era casado e deixou uma filha pequena. Denivaldo era pai de três filhos e, segundo familiares, vivia um momento de conquistas pessoais recentes.